Almoxarifado de Sintra

Fontes de Sintra

As Fontes de Sintra são desde há muito tempo conhecidas pelas suas águas milagrosas e pelas suas magníficas fontes. Desde tempos imemoriais que se assinalam as referências às fontes de água cristalina que, em abundância se multiplicam pela serra acentuando a sensação de frescura e de verde.

Assim sendo podemos afirmar que a construção de edificações que se foram fazendo ao longo dos séculos aproveitando as nascentes se poderá dever ao culto das águas e às virtudes terapêuticas que remontam a épocas Pré-Romanas originando ritos, lendas e devoções.

Actualmente sobre as suas propriedades são divergentes as opiniões, mas a população mantém o mito da água pura da serra e diariamente o seu fluxo é constante. Para além do aspecto da água da fonte como bebida há também o lado social que a fonte envolve. São encontros fortuitos, são o local onde os velhos discutem opiniões e ali estão na maior parte delas os bancos a convida-los.

Cada uma apresenta uma arquitectura diferente que lhe d uma identidade característica onde o profano e o religioso se conjugam.

Algumas delas já são referenciadas no sec. XIII, outras datam do início do século XX tendo sido na vigência do reinado de D. Maria I, incrementadas as obras de restauro de algumas delas. A excepção das que existem na vila vai para a Fonte dos Amores situada na Quinta do Pombal que é considerada publica e se encontra ainda hoje na sua forma primitiva.

As fontes consideradas mais antigas na vila são as da Sabuga e a fonte da Pipa que há registo delas desde 1253. Algumas fontes encontram-se reduzidas a pequenos fios de água ou apenas pingando gotas por causa de desvios de particulares, detritos e em alguns casos a Câmara ligou-as à rede pública. A manutenção das fontes passou ao longo dos anos por vários restauros e quase nenhuma se apresenta na sua versão original. Como exemplo refiro a fonte da Sabuga e a de Mata Alva que antigamente não tinham azulejos. Outra menos conhecida é a fonte da Sardinha onde hoje só se reconhece o local da sua existência por descrições feitas.

Neste capitulo irei falar de todas as fontes que encontrei documentação e as que não sendo possível achar qualquer referência a elas tirei fotografias e tentei na medida do possível seguir-lhes o caudal com mapas antigos e pesquisa de terreno.

Fonte dos Ladrões

Fonte dos Ladrões

A Fonte dos Ladrões fica situada na rua Barbosa do Bocage a pouca distância da estrada nova da Rainha num envolvente fresco e verde. A…
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Fonte Del Rei

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Numa acentuada subida entre a Quinta da Penha Verde e a Quinta da Fonte dos Cedros a cerca de duzentos metros do Palácio de Seteais…
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Fonte de Monserrate

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É uma edificação de pequenas dimensões situada em frente dos portões do magnífico Palácio de Monserrate. É uma construção romântica onde a pedra impera fazendo…
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Fonte da Mata Alva

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Situada na rua Barbosa do Bocage à beira de uma curva está a fonte da Mata Alva. Construída no século XVIII surpreende o mais alheio…
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Fonte da Sabuga

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A fonte da Sabuga na Vila de Sintra. Osberno (cruzado do século XII) dizia que as suas águas abrandavam a tosse, o Aquilégio (1726) atribui-a…
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Fonte da Pipa em Sintra

Fonte da Pipa

A primeira referência à Fonte da Pipa remonta ao já longínquo ano de 1369, quando num documento se menciona: João Anes, «morador à Fonte da…
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